Tava curtindo a vida no twitter, pra variar, e começa a rolar um fight nostálgico sinistro, nego vendo o que era de fato formador de caráter, nego mandando vídeos [aberturas de Digimon, por exemplo], nego falando que ia assistir desenho ali na madruga mesmo, RELEMBRAR OS VELHOS TEMPOS. Nessa coisa de formação de caráter, falei com o Pedro sobre a REAL influência dos desenhos em nossas vidas. Ou, pra ser mais exata, como um desenho animado pode nos mostrar características de certas pessoas [e olha, isso começou a se comprovar no próprio twitter, com revelações não tão bombásticas assim, rs].
Tava vendo issae, lembrando que preferia a 1ª temporada, que AMAVA MUITO MUITO MUITO o Matt, que achava o TK uma versão Digimon do mlk da Uni de Caverna do Dragão [ou eu inventei isso agora? vai saber], que achava o Tai um completo retardado, ainda mais com aquele cabelo escroto e aquele óculos PERCURSOR DOS HIPSTERS né pelamor minha gente. Acima de tudo, lembrei que preferia Pokemon. Thiago é um retardado que defende Digimon, mas foda-se, maioria gosta mais de Pokemon MORRA, THIAGO! Sério, Pokemon era muito bom *-* Mas hoje eu vejo e fico “GENTE ISSO ERA PRA CRIANÇA???”. Não me conformo com aquele bicho todo homossexual falando “pika pika!” o tempo inteiro.
Hmmmm, um amigo meu imita o Johnny Bravo e, genteee, eu quase choro! “E aí gatinha?!” “Nachos? Adoooooro nachos!” e o clássico “HÃP HÃP todo mundo comigo!”, acompanhado da dancinha *-*

Daí que você pára [acento 4ever] pra refletir sobre possíveis mensagens subliminares, agora que tá grande, e lembra que aquele seu amigo, que hoje é uma beesha lok, sempre falava “ainnn, pq as mulheres não querem o Johnny? tão forte, tão simpático, com o cabelo tão legal…”. Nota também que aquela sua amica que falava “Johnny arroz puta mlk mala não lava uma lossa SAICU” não curte muito os minininhos [vamos dizer assim], enquanto aquela outra que falava “JOHNNY LARGA ESSAR MULÉ TE QUIERO” virou a maior wadya do bairro. Olha como é a vida. E a relação dele com a Susie? Pra mim, o autor tinha um pezinho na pedofilia NÉ GENTE TOMA CUIDADO

Meninas Super Poderosas é mais fácil. Podemos dividir em gênero e preferência de personagem:
Menino: viado.
Menina que curte a Florzinha: marrenta pra caralho. Possivelmente uma piranha.
Menina que curte a Lindinha: fodida. Toda tímida, cdf’zinha, pega ninguém, não freqüenta festas…
Menina que curte a Docinho: fancha.
Em tempo: Meninas Super Poderosas geração Z MEU CU!

Sakuraaaaaaaaaaaa *-* Mlk, eu ficava toda “MANO SAI DAE CÊ VAI MORRE”, fiquei puta quando ela abriu o livro PQ NÉ alguém precisa curtir a vida tipo pra que abrir um livro do capeta?! É a mesma coisa que, sei lá, ir dar um passeio num morro comandando pelo Terceiro Comando com uma camiseta vermelha né OLHA ISSO [qq eu tô falando?]. Como todo desenho japonês, saporra era toda trabalhada na homossexualidade e nos olhos grandes TUDO RECALQUE.
Sakura era uma vadiazinha, sempre com aquele cajado. Toya e Yukito, os preferidos de uns amicos meus viados – comprovando minha teoria, mais uma vez – TUDO VIADO só faltou sena com cobra, coisital, e eu ficava mega triste com aquela putaria, pq eu AMAVA o irmão da Sakura =//. Shoran [era esse o nome?] era um arroz fail fodido, que seria arroz por toda eternidade [mentira, nem lembro qq aconteceu rs]. A amiga da Sakura que fazia as roupas e filmava sl era mega desocupada e, na minha opinião, era gamadjénha na Sakura. Isso de “vem provar a roupa que eu fiz pra você” não cola mais, né, gente?!

Resumo de A Vaca e o Frango: DORGAS. Desenho mais sem sentido já feito, mas era um dos meus preferidos E DAÍ? Procurei a abertura no youtube, hehe, adorava a musiquinha. “Mamãe tem um frango! Mamãe tem uma vaca! Papai se amarrou ele nem se importoooou!”
Não sei por onde começar. A complexidade dessa obra prima dos desenhos animados me espanta até hoje! Uma vaca e um frango, filhos de um casal de… PERNAS. Amigos retardados. Uma paixão epicurista [?] por TRASEIRO DE PORCO. Um capeta pelado chamado Bundifora. Um tio deficiente [viva as diferenças!], Frango Desossado. KD SENTIDO? Eu AMAVA o Bundifora às vezes; às vezes odiava ele. Ai gente, e a Super Vaca?!?!?! Sério mesmo, não sei o que dizer. Só AMAVA o desenho, pronto.

Pra começar a falar de Laboratório de Dexter, EXPLANO LOGO que o Thiago já fez seu próprio “laboratório” dentro do armário. Junte uma criança nerd que assiste um desenho com um nerd, um armário grande, um microscópio e SHAZAM você tem o Thiago se achando O Dexter dentro do armário [sem piadinhas kkkkkkkk dae quem entendeu me add].
Hmmmm, como em todo desenho animado que tem uma família, os pais eram meio distantes, coisital. Didi era toda retardada né mas fazer o que? E eu tinha medo do Mandrake [mentira]. Como isso afeta a vida das pessoas? Além do Thiago ter feito seu próprio laboratório, ele ficou todo feliz quando achou a fonte lá dos créditos [que é bem legal mesmo, foda-se]. Daí que ele fez uma tabelinha com nossas aulas e usou essa fonte kkkkkkkkk QUERO UMA EM 2010 TAMBÉM, PUFAVÔ =]]
No mais, só posso dizer que gosta do Dexter e quer ter um laboratório igual ao dele = nerd fodido, daqueles que não brinca na rua, coisital. ESTEREÓTIPO MERMO FODA-SE

Caverna do Dragão. Quem não gostava, não soube aproveitar a infência. Quem não ficou PUTO pq não teve último episódio, é retardado. E olha, foda-se, mas eu relaciono os personagens daí com os de Power Ranger. O carinha loiro que não lembro o nome é tipo o vermelho, o Eric tipo o azul, o mago tipo o verde [?], a mulher da capa tipo a rosa e a mulher semi-nua tipo passista a amarela. O mlk é só um chato mermo. E a Uni é chata também. Olha, e quem conseguiu entender a coisa lok do Mestre dos Magos que é o Vingador que vai salvar o mundo que é Jesus que tem barba MINSPLICA PUFAVÔ pq eu sempre ficava confusa.
Tá faltando Pokemon, Chiquititas, Power Rangers, Super Campeões [EU ASSISTIA, ME PROCESSEM] e o cláááássicoooo Padrinhos Mágicos, que pra nossa alegria passa até hoje. Mas isso fica pra outro dia. Até pq eu saí da análise psico-sociológica [Q] pra um momento QUERO VER DESENHO DE NOVO RAWR QUE SAUDADE, mas nem ligo.






Falam por aí