Prego aos quatro ventos “num guenta, bebe leite”, e tô agora num guentando.

Eu sou essa pessoa insuportável, que defende as coisas que acredita com um afinco desmedido (e muitas vezes são coisas beeem bestas); que tem um senso de certo/errado bem polarizado; que fala o que todo mundo pensou. Acontece que tudo isso gera uma coisa: eu sou aquela que gera as tretas, que começa os caôs. “Nossa, Tatiana, já vai começar outro caô?!”, “Nossa, mais um barraco, credo” e “gente, qual a necessidade disso?!”. Sempre, sempre, sempre.

Acontece que vem nego que, de fato, é *barraqueiro* e fica “ain, pq sua especialidade é arrumar caô, né”. Vem nego que acha que conhece todos os meus problemas, toda a minha história, e reclama d’eu estar levando à frente um debate (véi, um debate; nem era caô/treta). E as pessoas preferem ficar nessa superficialidade de simplesmente supor que é tudo um exagero desnecessário, tudo uma crianção desnecessária de tretas, ao invés de pelo menos COGITAAAAAR que há algo por trás. Sei que muitas vezes é muito pedir isso – eu na maioria das vezes esqueço de pensar o que tem além do óbvio -, mas custa pensar que há algo além? Não é arrumar o caô por arrumar. Não é gostar de uma gritaria, de uma baixaria. Eu não gosto, de verdade. Eu me canso absurdoooooos com as tretas nas quais me envolvo. Mas eu continuo me envolvendo porque eu tenho essa crença inocente (idiota) de que eu tô certa em defender meus princípios e talz. Tá, pode soar arrogante da minha parte, acreditar que meus princípios são melhores que os seus, mas é isso. Nesses momentos eu não sou a Tatiana Covarde que tanto falo aqui. Só que eu não sei medir força e não sei medir consequências.

 

Tenho tido cada vez menos disposição pra caôs. Por um lado, isso é extremamente positivo, pelo simples fato de justamente não estar mais me envolvendo nessas porras destrutivas e cansativas. Por outro, eu tenho medo de, por não saber medir as coisas, ao simplesmente decidir não me envolver em NADA eu posso estar perdendo a essência, sei lá. Posso estar me tornando uma pessoa passiva e sem graça. Tá tudo em um processo muito louco – o que quer dizer que eu ainda me envolvo em tretas, infelizmente -, então a esperança é que eu não simplesmente pare de defender as coisas que acredito, mas que saiba fazê-lo de maneira mais “organizada” (?), sei lá, algo assim.

Enquanto isso, tenho que lidar com essa gente que adora uma treta me instigando à treta (e falando que eu só sei lidar com as coisas assim blablabla – o que, sinceramente, eu vejo como um exagero da coisa); com essa gente que a qualquer sinal de uma elevaçãozinha do tom já fica “calma, gente, vamos manter a paz” (o que, por si só, em geral é mais irritante que o motivo da possível-ou-não-treta); com essa gente que sabe como eu não curto essa vibe e mesmo assim bota o dedo na minha cara e diz que eu *adoro* isso; com essa galera que não tenta ver o motivo por trás. Eu tenho uma porra de um senso de certo e errado extremo. Eu vejo injustiça pra caralho rolando por aí. Eu acho um tanto de coisas absuuuuuurdas.

Tiro no cu dessas malas hipócritas que ficam de ironiazinha pra cima de mim. Que saaaaco, véi. Que saco!

Bebi leite e arrumei das consequências de uma coisa que euxinha faço. Vida que segue.

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segura, nós vamos bater.

WordPress e essa mania de mudar o layout enquanto eu tô fora e me deixar confusa. Mas vamos lá, acho que já me achei.

O mimimi de hoje é um monte de mimimi acumulado, o que se torna mais um mimimi e assim vai aumentando essa bola de neve chamada DRAMAS DE TATIANA.

Em primeiro lugar, eu ando com uma mania de perseguição fudida. Às vezes eu olho pra minha vida e acho que tá rolando algo meio Malhação, com gente ***tramando para acabar comigo***, gente querendo ***roubar minha felicidade***, essas coisas. Papo 10. Exageros a parte, eu tô realmente achando que tem gente invejosa por aí que comemora quando acontece alguma merda comigo. E cara, eu sou todo maluca insegura, quando que eu acharia que alguém tá tendo *inveja* da minha vida????? Pois bem, tô achando. Incoerência é nóis que tá.

Em segundo lugar, tem umas paradas dando muito errado, acontecendo de uma maneira absolutamente* inesperada, e eu não sei lidar. Aí eu tenho que fingir que sou super forte (???) e consigo lidar com as tretas, mas a verdade é que eu sou mó bichinha do caralho e né, só fico choramingando.

* Não sei usar direito o advérbio “absolutamente”, mas foda-se.

Em terceiro lugar, eu tô com aquela parada de me sentir sozinha mimimi. Houve tempo que, admito, eu compartilhava demais. Hoje em dia eu acho que compartilho meio de menos, sei lá (algo estranho de ser dito por alguém que tá postando probleminhas nessa internet de meu Deus), então eu tô meio sufocadaaaaaaaaaa com meus próprios problemas, pq sou criança e não sei lidar sozinha com eles, mas também não sei pra quem/como conversar. Meus amigos estão muito ocupados – e eu juro que entendo -, mas por outro lado eu nem sei como diria as coisas a eles…

Em quarto lugar, tem aquela coisa do ***amor***, né. Mas disso aí não tem muito o que falar, pq já existem zilhões de música que falam como é bom, como dá merda, como as pessoas se decepcionam, como há mágoa envolvida, como dá treta, como dá bom, como sexo é manero etc etc etc. Montanha-russa mesmo (mas, como tudo na vida, não sei lidar).

No mais: tô ouvindo Muse pq vou no show e tô achando uma merda. Desculpa, seus hipsters!

Outra coisa: pra não dizer que só conto tragédia por aqui, queria que vocês (a *entidade* que se encontra do outro lado da tela) soubessem que consegui uma parada ae que queria há papo de 1 ano e meio – 2 anos… E tô curtindo e tudo mais =))) Isso finalmente deu certo, yaaaay =))))))))

Bjin bjin até a próxima mudança de layout do wordpress

Vai ver coisas lindas que te deram/escreveram/desenharam e ficar chorandinho SIIIIMMMMMMM
Vai trocar as fotos dos porta-retratos e ver aquele bando de gente que já passou pela sua vida, que ainda tá nela e que ainda vai passar (e, de novo, ficar chorandinho) SIIIIIIIIIMMMM

Vai ouvir The Cure como se não houvesse amanhã e pintar a cara de branco e desgrenhar o cabelo SIIIMMMM

(beijos pro show que faz mais de 1 mês, mas que foi a última parada realmente manera que rolou na minha vida rs)

Outubro de 2012. 7 meses sem me dar ao trabalho de vir fazer mimimi aqui. (não por falta de motivos, rs, mas talvez por pregs)

Bem, as coisas não tão muito bem, eu tô surtandinho, tô inconstante, mas né, eu tô assim sempre que apareço aqui, e talvez em grande parte dos momentos da vida. Vida que segue.

A questão hoje é: tô virando caga-regrinha da internet. Assim, eu sempre fui meio pau no cu, meio grammar nazi (mesmo não sendo uma pessoa que manja das putarias gramaticais), sempre enchi o saco, mas ultimamente tá demais. Ultimamente eu tenho ficado ofendidinha com piadocas na internet. Piadocas que não são diretamente comigo, mas que são com *causas políticas* que me sensibilizam, ou qualquer coisa assim. Em outras palavras: tô ficando putinha quando nego faz piada escrota sobre mulher, sobre LGBTs, sobre pobre, sobre racismo, sobre política, sobre a vida. Tô politicamente corretinha, o que faz com que as pessoas simplesmente tenham PREGS de mim. Mais que antes rs. Se antes eu afastava todas as pessoas do universo por ser rude, agora eu faço isso por ser rude E chata.

Mas caaaaara, as coisas têm me afetado muito. Às vezes eu acho que tô ficando meio arrogante, pq tenho certeza que algumas coisas que penso – por exemplo, e talvez a mais importante, que aquelas “piadocas escrotas” são uma maneira de normalizar visões preconceituosas do mundo – estão certas e que PORRAAAAAAAAAAA, se tu não sabe isso, tu é muito retardado. Tá muito difícil pr@s outr@s lidarem comigo? Provavelmente. Mas, acreditem, tá difícil lidar aqui, comigo mesma, também. Primeiro, pq é chato eu me incomodar com tanta coisa; segundo, pq é chato ver nego se afastando ainda mais. É uma loooooonga jornada até o equilíbrio, rs. Foco, força e fé!

De resto, é mais do mesmo: tô estragando tudo as usual, tô fodendo o que me faz feliz as usual etc etc etc blablabla foda-se. Chatiated com tudo que tá acontecendo. Chatiated por não ser suficiente .-.

Ah, aproveitando que tô aqui pra dar um oi pra quem lê (rs oi, stalkers!) e pra mandar um beijo no coração do Pedro, que fez uma coisa simples mas que porraaaa, foi TÃO importante pra mim, tem nem ideia (talvez agora tenha, rs. beijos no seu coração, seu lindo!).

BEIJOS AE GALERINHA

Tô puta. Tô aí falando merda no fb, tô chorandinho ouvindo Charlie Brown Jr [!!!!], tô sem saber lidar com essa sensação de falha que não me larga.

E porra, tô frustrada. O foda é COMEÇAR um período frustrada, né. Tô meio desesperada já com como meu período vai ser, como vou conseguir lidar com sete fucking disciplinas [e um bando de professor babaca aí no meio]. Mas foda-se, decidi não trancar nenhuma, vai ser no suicídio mermo. E ainda tem a parada de não conseguir um estágio. Véi, sério, EU QUERO UM ESTÁGIO???????????

E porra, tem essa minha inoperância crônica. Eu tenho um plano pra amanhã mesmo, que já é bloqueado por uma preguiça fodida. Preguiça de algo que talvez me fizesse bem, que inferno, é sempre isso. E tem a questão de saber demais sobre umas paradas que não são da minha *alçada* e não saber lidar. Eu ainda sou uma criança. Eu ainda tenho 9 anos. Meu grande problema ainda é escolher entre a mochila do Bob Esponja e a das Meninas Superpoderosas. Não sei lidar com isso de tomar decisões que vão afetar PRA CARALHO a vida alheia. Eu não tenho condições nem alterar minha própria vida, porra. Eu fico persistindo nos erros e deixando a felicidade ir embora. Sério. É tudo uma grande falha. Não tem como. Não sei lidar. Não sei lidar. Não sei lidar.

A Debra é minha personagem preferida de Dexter, e uma das preferidas DA VIDA. Ela só toma no cu. Os caras que ela amou ou eram assassinos loucos do cu ou foram assassinados. A pessoa em quem ela mais confia é um assassino louco do cu que não tem sentimentos, que não a ama. Ela tá aí num dilema fudido. Ela não teve segurança suficiente pra subir na carreira sozinha, mesmo sendo competente. Ela precisa de uma aprovação do universo pra tudo que faz. Sério, eu ❤ Debra.

E aí que eu sou tão ridícula que tô surtandinho e não quero ir dormir pra ver se amanhã demora mais a chegar. Ao mesmo tempo, quero ir dormir pra não ter que lidar com meus pensamentos, minhas ideias sem sentido, durante tanto tempo. Assim, sozinha. Acho que quero dormir pra sempre. Não quero que amanhã chegue, mas quero estar dormindo. Sei lá, muito loko [relaxem, não tô tão na bad assim rs]. CANSEI DO CONVÍVIO SOCIAL. Mas acho que preciso de um abraço, de alguém me dizendo que vai ficar tudo bem [mesmo que eu insista em não acreditar nisso].

QUE. INFERNO. Eu sou muito chata, pqp.

É engraçado que quando eu tô surtando, eu posto aqui muito mais facilmente [no sentido da escrita ter mais fluidez, sei lá???], mas quando tô diboua, fico adiando o momento de escrever sobre, o momento de compartilhar isso. Talvez por não querer perder um segundo dessa vibe boa pra ficar postando na porra do blog mimizento, rs, sei lá.

As coisas estão até indo bem. Ainda tenho algumas questões, algumas *pendências* emocionais, mas acho que tô amadurecendo. Eu SINTO que tô amadurecendo, de verdade, e essa percepção me faz um bem. Só que nada é fácil nessa minha cabeça louca, então, mesmo amadurecendo, eu continuo insegura, eu continuo sem conseguir tomar algumas decisões sozinha.

Mas, de maneira geral, eu tô feliz. =))) Amar é muito bom, véi!

Bjssss

Finalmente terminei de ver Donnie Darko, mas fiquei toda mimimizenta de fazer isso na madruga boladona, q eu sou facilmente impressionada, e porra, tem aquele coelho escroto. Mas foda-se.

Tá, o último post eu falei de terapia. Eu tô fazendo terapia, já tem 1 mês, se não me engano. É loko, mas sei lá, acho que ainda não tô na vibe.

Tô bolada pq, como sempre NA VIDA, eu tô fazendo tudo errado. E é foda quando eu fico nessa vibe, pq eu começo a remoer TUDO de uma vez. E sabe, eu só concluo que eu sou uma falha completa, pq eu não consigo ir nem um pouco bem em nenhum dos “três grandes campos da vida”: amor, família e trabalho [ou estudo, wtv]. O primeiro é o único que consegue me deixar feliz em alguns momentos, mas eu tô deixando escorrer pelos meus dedos [malz ae, tô pensando na música do ABBA]. Falando nisso, minha mente tá tão confusa que eu não sei mais o que aconteceu de fato e o que eu apenas imaginei. Eu ouvi em algum lugar “I’m so sorry”, e fiquei pensando “caralho, eu falei isso pra alguém… mas pq caralhos eu falei em inglês????”. Daí lembrei que falei que sinto muito, em português mesmo. Tô louca do cu.

Daí que do nadaaaa eu senti uma bad vibe fudida, um aperto no coração, um medo feat. desespero muito, muito intensos. Minha cabeça tá cheia de merda, daí eu só penso merda, só penso em desastre, sei lá. Mas, aparentemente, tá tudo bem com quem “apareceu” nessa minha bad.

No mais, eu tô aí, mais uma vez, jogando pro alto o que é importante pra mim. Não sabendo lidar com porra nenhuma. Não sabendo lidar direito nem com a porra da terapia. De saco cheio da família. De saco cheio de ver que eu também faço coisas que ODEIO que façam comigo. Sério, dói absurdooooooos perceber isso. E são 2h da manhã e eu tô mega agitada, por causa dessa bad escrota. Cara, que cu. Eu sigo repetindo erros, e assim eu tô perdendo o que é mais importante pra mim. A melhor coisa que já me aconteceu. O pior é que em fevereiro eu falei, eu avisei que eu estrago tudo, avisei que sou uma completa idiota. Agosta tá aí e still essa punheta. E às vezes [poucas vezes, é verdade, mas acontece] eu acho que desistir de tudo é a melhor opção mesmo, mas aí eu paro pra considerar como seria meu futuro. Não há futuro assim. Não há. Porra, é muito drama adolescente pra pouca adolescência. É muita intensidade pra pouca maturidade. Repito: eu tô louca do cu. Surtando, surtando mesmo.

Pra melhorar, tô com uma dor de cabeça escrota.

[and here we go, post “em código” again. que se foda.]

Ai, gente, a vida anda muito louca. Ao mesmo tempo que tô mais do que nunca intelectualmente inoperante, visto que minha faculdade tá em greve, *emocionalmente* o bicho tem pegado muito intensamente. Nunca tive tanta dr [DAS TENSAS] em um espaço de tempo tão curto. Mas vida que segue.

A questão é outra. Nego tá fazendo terapia, contou uns causos sobre minha ilustre pessoa, psicológa diz “opa, fala pra Tati dar um pulinho aqui”. rsrs GREAT.

Entra sessão, sai sessão, rola o diálogo:

– Tati diz que terapia é coisa de gente maluca.
– Ela acha que é maluca?
– Sim.
– Ai, ótimo! Eu também atendo gente maluca! Aliás, eu atendo váááriaaas pessoas malucas! rs

Em suma: terapeuta alheia me achando louca do cu, achando que preciso de *ajuda profissional*, rysos. Pior que há um tempinho eu tenho pensado nisso, mas sou mão de vaca pra caralho e essas porras são caras pra caralho. E eu realmente acho que é coisa de maluc@, hahahaha, e considerando que meu maior medo na vida é ficar maluca [sério], eu fico surtandinho com a ideia de “precisar [???] de ajuda”.

Foda-se. Vou enrolar enquanto der. Tem estado foda, mas deixa rolar… Vou encher o saco d@s amig@s mermo e foda-se. Vamos ver qq dá.

 

[Ironias da vida: eu tenho lembranças terríveis do filme homônimo a este *artigo*. hahahahahaha ê laiá!]

Não sei qq tá havendo comigo, mas eu tenho ficado seriamente afetada com a tv muito alta. Pq assim, tá uma coisa ridícula. E tô eu no telefone, nego gritando comigo de um lado, o Faustão gritando do outro. NÃO DÁ. Essa surdez coletiva passou dos limites suportáveis. Não dá mais pra ficar na sala. NÃO DÁ.

Some essa falta de paciência com a porra da tv alta com a falta de paciência PRA VIVER. Eu não estive tão *foda-seeeeeee* pra tudo quanto agora. Não sei se isso é bom ou ruim. Mas foda-se [RYSOS].

Tô de saco cheio dessa merda dessa faculdade e dessa gente com quem eu tenho que conviver. Tem gente que eu vejo passando no corredor/entrando na sala e começo a considerar a morte mais suave. Sério. E o pior é que nego chega perto pra ser irritante. Pra reclamar. Pra falar alto em aula de professor que não faz presença. Mermão, se a porra do professor não faz presença e você não quer estar ali, METE O PÉ. Não fica falando futilidade no meu ouvido, caralho.

Sem paciência com gente que não respeita sinalização de trânsito. Irritação lvl fico gritando na rua sozinha quando algum babaca fura sinal. CAÓTICO.

A cereja do bolo é nego constantemente martelando na minha cabeça que eu faço tudo errado. Pra mim sempre foi mais fácil lançar um “eu faço tudo errado” [pq né, isso é verdade], mas quando vem de outra pessoa… Ah, quando vem de outra pessoa…………………………… Ainda mais quando é recorrente. Daí *euxinha*, que desde sempre acho que faço tudo errado, que desde sempre acho que sou MEDÍOCRE [no sentido de “estar no meio” mesmo; não fazer diferença, coisital], fico como né?!

Véi, não sei lidar. Não sei lidar com tanto caos e com tanta MALUQUICE ao meu redor. NÃO SEI.

Porra, pelo amor de JC, ABAIXEM O VOLUME DA TELEVISÃO.